O Romanismo

= O ROMANISMO =

ROMANISMO: CRISTIANISMO ADULTERADO

“Vi uma mulher assentada sobre uma besta escarlata… que tinha sete cabeças e dez chifres … as setes cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada… e a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra ” (Apoc 17.3,9,18).

“E os dez chifres que viste são dez reis … que receberão o poder … juntamente com a besta .” (Apoc 17.12)

” E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus.”(Apoc 17.6)

” … Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas”.(Apoc 17. 1,15)

Na Bíblia, a religião falsa é representada por uma prostituta embriagada, e o governo mundial sobre o qual ela cavalga, por uma fera.

A cidade de Roma é das mais antigas da Península Itálica. Está edificada “sobre sete colinas”, que o apóstolo João chama de “sete montes”. Nos dias do império estas montanhas eram denominadas de: Aventino, Palatino, Célio, Esquilino, Vidimal, Quirinal e Capitólio.

 

INTRODUÇÃO

O que se vem há muito se apresentando como Cristianismo é um ensino corrompido. É um “cristianismo” (entre aspas) espúrio que usurpou o lugar da fé genuína, chamado Catolicismo Romano.

Desde os primórdios do Cristianismo, durante os três primeiros séculos da Era Cristã, Roma desencadeou dez grandes perseguições aos cristãos, que se sucederam uma após outra, à medida que seus césares ( de Nero a Diocleciano) iam subindo ao poder.

Com a subida do imperador Constantino ao trono e a de Teodósio, seu sucessor, proclamou-se em Roma e em todo o império, o principio de tolerância religiosa. Antes atroz perseguidora, Roma abraça o Cristianismo sem contudo deixar para trás seus deuses.

Dentre outras coisas que iremos abordar neste trabalho, veremos que a igreja católica se tornou romana, não pela pretensão de ter sido Pedro o primeiro bispo de Roma, mas pela influência do próprio império dentro da igreja, desvirtuando-a e descaracterizando-a ao ponto de sua paganização.

O testemunho da história conta-nos casos de opressão em que a igreja romana, em nome de Cristo e da sua religião, é acusada de usar da mentira, da violência, da prepotência para castigar, matar e destruir aqueles que julgava seus inimigos ou que de seus erros divergiam.

Confissões extorquidas pela tortura; morticínios e destruições como foi o caso da matança dos Valdenses e o massacre dos Huguenotes (protestantes franceses) conhecida como ” a noite de São Bartolomeu” , foram provocadas por causa da intolerância religiosa da igreja romana que ameaçava sufocar de uma só vez a Obra Evangélica na França como em toda a Europa. Perseguições eram promovidas com o fim de extirpar a “heresia” tudo em nome daquele que não veio destruir vidas, mas salvá-las.

Prova disso foi a “Santa Inquisição da Igreja Católica” que de santa só teve o nome. Estabelecida em 1231 pelo papa Gregório IX , os tribunais de “Santo Oficio” como também era conhecida a Inquisição, martirizaram milhares de santos, acusando-os de heréges e inimigos da igreja (romana). Fogueiras humanas iluminavam as noites sombrias enchendo o céu de fumo e a terra de luto. Roma insaciável, continuava a derramar o sangue dos martíres.

Os nefandos tribunais da Inquisição covardemente fizeram milhões de vítimas, entre judeus e cristãos. Período negro da história, obra prima da

crueldade satânica, permitida talvez para nos servir de aviso para sair-mos e nos livrar-mos de Roma e do seu Sistema.

Não chamamos a ele (romanismo) de religião, porque religião, do latim do verbo “religare” ligar outra vez ou religar o homem com Deus, não se lhe aplica. Muito menos podemos classificá-lo como igreja, porque igreja temos como ” o Corpo de Cristo” , a reunião dos santos, lavados e purificados pelo sangue de Jesus.

A nosso ver, a melhor designação que se lhe aplica é Sistema. A cabeça, a alma desse sistema é a Roma Papal.

Condenamos o Sistema porque o consideramos contrário a Cristo e ao seu Evangelho, e o maior obstáculo ao triunfo da religião cristã na terra, mas não acalentamos nenhuma animosidade contra qualquer pessoa que a ele pertença. Lamentamos e amamos as vítimas do Sistema , mas a ele o condenamos. Não mostramos má vontade contra o escravo quando condenamos a escravatura. Assim também não estamos contra os iludidos pela falsidade do romanismo. A eles falamos com afeição cristã, embora usando palavras que a verdade nos obriga a proferir.

Acusados por Nero, o imperador, de terem ateados fogo em Roma, milhares de Cristãos sofreram tremenda perseguição, e as levas eram jogados nas arenas do Coliseu Romano para serem destroçados pelas feras. Por cima dos gritos das turbas enraivecidas e dos rugidos ameaçadores dos leões ressoava a voz dos mártires como um hino de louvor a Deus: “somos como trigo debulhado de Cristo, que precisa de ser moído pelos dentes das feras antes de se tornar em pão”. A pureza e o vigor dos primeiros seguidores de Cristo, os quais, mesmo coagidos, foram fiéis até a morte… cujos os nomes desprezados na terra, estão inscritos no Livro da Vida.

Por séculos e séculos a igreja romana proibiu ao povo a leitura da Palavra de Deus. Pelo simples ato de proibir o uso franco das Escrituras aos seus seguidores, a igreja romana admite que o seu sistema não pode suportar o confronto com a Bíblia.

Roma não somente desonrou a Cristo no tocante ao seu ofício de Sacerdote, mas gradualmente foi exaltando homens, levando-os a partilhar do ofício de Mediador que só pertence a Cristo. Aos apóstolos, aos mártires, à Maria, mãe de Jesus, a espíritos de homens e mulheres , e também aos anjos, essa igreja revestiu com os atributos da onipresença de Deus e agindo como impostores ensinou-lhes que se lhes poderiam dirigir orações como se fossem mediadores de intercessão.

A igreja de Roma já há muito abandonou a direção das Sagradas Escrituras e desprezou ” o guia da sua juventude” , se esquecendo do concerto do seu Deus. Não se assemelha agora à igreja cristã primitiva, pois introduziu-se em seu seio práticas e idéias pagãs. “COMO SE FEZ PROSTITUTA A CIDADE FIEL” (Apoc 17.1). Em lugar da adoração do seu Senhor e Salvador, achamos a igreja ” cuja fé era divulgada por todo o mundo” (Rm 1.8) e cujos primitivos crentes preferiam cheios de gozo ser lançados às chamas, às feras ou à tortura, do que praticarem o ato mais simples de idolatria, gloriando-se agora na sua própria vergonha; prestando homenagem e adoração a ídolos, a santos mortos, a espíritos e a relíquias, e até mesmo a homens e mulheres imaginários que somente existem nas lendas mentirosas que ela inventou! Há razão de sobra para dizer-se que a religião que Roma apresenta aos seus adeptos é uma forma de “cristianismo” adulterado, corrompido e paganizado, como passaremos a descrever nas páginas seguintes.

EIS ALGUNS PONTOS DO CONFRONTO:

BÍBLIA X CATOLICISMO ROMANO

IDOLATRIA: UM GRAVE ERRO DA IGREJA ROMANA

O primeiro mandamento bíblico prescreve: ” Eu sou o Senhor teu Deus! Não farás para ti imagens de escultura, nem semelhança do que há em cima nos Céus… Não te curvarás diante delas nem as servirás” (Ex 20.4). No entanto no catolicismo romano as imagens tem prioridade por serem os esteios da Igreja. Os ídolos do paganismo e as estatuetas da Igreja Católica são formas de idolatria que confrontam-se com a Bíblia.

O culto a Deus deve ser realizado em espírito, sem o auxílio de qualquer objeto ou representação material, pois Deus é Espírito e importa que os que adoram a Deus o adorem em espírito e em verdade (Jo 4.24). Este é o culto preconizado nas Escrituras, exigido por Deus em todos os tempos.

As Escrituras condenam o culto por meio de imagens, isto sempre foi abominação a Deus. Porém, contrariando à sua Palavra, a igreja católica romana ensina a adoração de imagens e enche os seus templos de ídolos, conservando os seus adeptos na ignorância ao esconder-lhes a verdade bíblica.

Não há um só trecho no Novo Testamento que fale em Ter havido na igreja primitiva alguma procissão eucarística e que mostre algum dos apóstolos ou servos do Senhor incensando imagens. A razão porque não há é que o culto às imagens foi decretado pelo II Concílio de Nicéia em 787 dC, e a procissão eucarística teve seu início em 1360 dC.

O apóstolo Paulo em Atos 17.29 faz a seguinte declaração: ” Sendo nós pois geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens.”

No entanto existe na Basílica de São Pedro em Roma, uma imagem deste apóstolo feita de bronze, cujo pés se gastaram de tantos beijos dos seus adoradores. O missal da igreja romana manda que se adore a cruz : “vinde e adoremos”. O clero e os leigos adoram a cruz tirando os sapatos, ajoelhando-se e beijando-a . Os fiéis carregam suas imagens em procissão, queimam incenso às imagens e lhes acendem velas . Fazem promessas a inúmeros “santos” e lhes atribuem milagres, não já aos santos mas imagens desses. E a Palavra de Deus adverte: “congregai-vos e vinde; chegai-vos juntos, os que escapastes das nações: NADA SABEM OS QUE CONDUZEM EM PROCISSÃO AS SUAS IMAGENS DE ESCULTURA, feitas de madeira e rogam a um deus que não pode salvar” (Isaías 45.20).

Observe agora atentamente o Salmo 115 versos de 2 à 8:

Os romanistas adoram de fato as imagens e isto é pecado de idolatria, condenado por Deus em sua Palavra: “não erreis: nem os devassos, NEM OS IDÓLATRAS… herdarão o reino de Deus” (I Coríntios 6.10).

Devemos buscar a Deus conforme os ensinos de sua Palavra e seguir a orientação que nos dá quanto ao culto que lhe devemos tributar. O culto deve ser tributado tão somente a Deus. Todavia, a igreja romana estabeleceu três espécies de culto:

  1. a) o de LATRIA, devido somente a Deus;
  2. b) o de HIPERDULIA, que se deve prestar a Maria;
  3. c) e o de DULIA, que se deve tributar aos santos e aos anjos. Esta divisão porém, não é bíblica nem lógica.

Não temos nem um simples exemplo nas Escrituras de adoração a Maria, ou aos santos e anjos. Antes estes, quando os pagãos os queriam adorar, eles os impediam, ensinando-os que só deviam adorar a Deus.

 

EXEMPLOS:

1) Jesus citando Deuteronômio 6.13, disse ao tentador:

“AO SENHOR TEU DEUS ADORARÁS E SÓ A ELE SERVIRÁS” (Mt. 4.10)

2) Pedro rejeitou a adoração de Cornélio em Atos 10.26:

3) Barnabé e Paulo não receberam a adoração dos habitantes de Listra (Atos 14.11-18) dizendo ao povo: “Varões, porque fazeis estas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeito às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo” .

4) O Anjo não consentiu que o apóstolo João o adorasse (Apoc 19.10) e

5) Maria, mãe de Jesus nunca em seu coração teve a pretensão de se tornar objeto de culto, mas deixou-nos um único mandamento: “FAZEI TUDO QUANTO ELE VOS DISSER” (Jo 2.5).

E o que Jesus está nos dizendo é que “a hora vem e agora é em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (Jo 4.23).

Caro leitor(a), o nosso corpo é templo do Espírito Santo (I Cor 6.19), e o Deus vivente quer fazer nele morada. Pois então me diga: Que comunhão tem a luz com as trevas? E que consenso temos nós com os ídolos que Deus abomina e que se encontram presentes no interior das igrejas católicas? A Bíblia diz: “convertei-vos e deixai os vossos ídolos” (Ez 14.6) e ” saí do meio deles e apartai-vos … e eu vos receberei, diz o Senhor Todo Poderoso” (II Cor 6.14c, 16 a, 17 e 18b).

Leitor (a) amigo (a) , atenta para o que está escrito na Palavra de Deus e converta-se dos ídolos para servirdes ao Deus vivo e verdadeiro, pois o fim dos idólatras é o ardente Lago de Fogo e Enxofre (Apoc 21.8).

 

O PAPA É IDÓLATRA

Outros versículos bíblicos sobre idolatria:

Lv 26.1 ; Dt 4.23; Dt 7. 25,26; Is 44.17-20; Is 45.20; Jr 10.5; Jr 10.14,15; Ez 20.18,19; Os 4.12; Zc 15.2; At 17.16,29; I Tess 1.9 e I Jo 5.21.

“… não te curvarás a elas nem as servirás” (Ex 20.4)

 

DOGMA DA INFALIBILIDADE PAPAL

O dogma da infalibilidade papal foi declarada pelo papa Pio IX no Concílio Vaticano I (1869-1870) realizado na Basílica de São Pedro, em Roma.

A pretensão do papado consiste em dizer que o bispo da diocese de Roma é o Papa ou Pai da Cristandade, o sucessor de Pedro e o Vigário de Cristo com autoridade temporal e espiritual não somente sobre as igrejas, mas também sobre os reinos que há na terra.

Estas declarações praticamente são baseadas em uma só passagem das Escrituras, Mateus 16.18, nas palavras que Jesus dirigiu a Pedro. A interpretação romanista é que ali Cristo constituiu a Pedro como uma Pedra ou o Alicerce da Igreja. Além disso, se diz que Pedro foi o fundador e o primeiro bispo da igreja cristã em Roma.

Estas declarações merecem de nossa parte uma análise serena, imparcial e conscienciosa. Devemos recorrer à Bíblia, para ver se ela dá seu apoio a tão alarmantes pronunciamentos. E a história nos dirá se a primazia do Papa e sua apetecida infalibilidade foram verdades religiosas e feitos patentes reconhecidos através dos séculos do Cristianismo.

 

MATEUS 16.18-20

“Pois também eu te digo que tu és pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”

Em torno destes dois versículos é gerada tal polêmica. Importante observar que o Antigo Testamento foi escrito na língua hebráica e o Novo Testamento em questão, na língua grega. Note se recorrer-mos ao original grego, pedra para Cristo no Gr. “PETRA”- Rocha firme e inabalável; pedra para Pedro no original grego “PETROS”- pedra pequena e móvel, tirada da “PETRA-CRISTO”

Na suposição de que Cristo edificou a sua Igreja sobre Pedro, os papas trataram de estabelecer uma linha de sucessão com esse apóstolo. Para isso embaralharam as palavrinhas gregas “petros e petra” encontradas em Mt. 16.18 e trapacearam com uma exegese tendenciosa confundindo a Cristandade.

Na verdade Cristo disse ao apóstolo: “Tu és petros, sobre esta Petra edificarei a minha igreja”.

O próprio Pedro afirma que Jesus Cristo é a “PEDRA PRINCIPAL”. “Ele é a pedra que foi rejeitada por vós os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina” (At 4.11). Ele é a “pedra viva, reprovada na verdade pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa” (I Pe 2.4).

Paulo na carta aos Efésios afirma que Cristo é a cabeça da Igreja sendo Ele próprio o Salvador do corpo (Ef 5.23) . Em Isaías se lê: “Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que ponho em Sião como ALICERCE uma pedra, uma pedra provada, pedra preciosa de esquina, de firme FUNDAMENTO” (Is 28.16). Esta pedra é Cristo (I Cor 10.4b).

Ninguém portanto de acordo com Paulo pode lançar outro fundamento além do que já foi posto, o qual é Jesus Cristo (I Cor 3.11) . Ele é o alicerce “a Rocha cuja obra é perfeita” (Dt 32.4 a) na qual a sua Igreja está edificada. Somos pedras vivas edificados em Cristo casa espiritual e sacerdócio santo (I Pe 2.5).

 

QUANTO AS CHAVES

No sentido literal a palavra chave aparece uma única vez na Bíblia, em Juízes 3.25. No mais, CHAVE tem o sentido de autoridade, de poder.

Quando Jesus disse a Pedro: ‘´ Eu te darei as chaves…” Ele estava conferindo a Pedro esta autoridade e também o privilégio de ser o primeiro entre os apóstolos a pregar a Sua Palavra aos gentios. A porta da pregação foi aberta por Pedro no dia de Pentecostes quando quase três mil almas receberam de bom grado a sua palavra e se agregaram a eles naquele dia (At 2.41). É importante frisar e deixar bem claro que a autoridade das chaves não era somente para Pedro, foi dada também a todos os apóstolos (Mt 18.18-20).

 

É BOM SABER:

1º) A palavra “Papa” é uma expressão formada pela primeira sílaba de cada uma das palavras “Pastor pastorum” ou seja: Pastor dos pastores. Padre quer dizer pai. Quando alguém chama o “vigário” de padre é como se lhe chamasse de pai e ao Papa como Pai dos pais. Claro está que isso se aplica a uma condição espiritual. Porém Jesus no Evangelho de São Mateus disse a seus discípulos: “a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus” (Mt 23.9).

2º) Pedro nos esclarece a respeito de sua posição dentro da igreja: “aos presbíteros que estão entre vós, admoesto eu que sou também presbítero com ele, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar” (I Pe 5.1).

Pedro nunca foi papa e sim presbítero “com eles” e não acima deles. No verso 4 do capítulo 5 ele exalta o verdadeiro pastor das ovelhas dizendo “e quando aparecer o Sumo pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória”.

3º) O papa aceita adoração, porém Pedro não aceitou a adoração de Cornélio, dizendo a este: “Levanta-te que eu também sou homem” (At 10.26).

4º) Tanto o papa como os demais ministros da religião, não se casam. O celibato sacerdotal teve seu início com a proibição decretada pelo papa Gregório VII em 1074 dC. Do celibato forçado fez-se uma virtude. Nada disso havia sido introduzido nos tempos apostólicos. O Novo Testamento diz que os apóstolos e os evangelistas eram casados. É o caso de Pedro (Mt 8.14) . Importante salientar a carta de Paulo a Timóteo onde ele afirma que um ministro cristão deve ser esposo de uma só mulher (I Tm 3.1-7).

5º) É lhe dado o título de Sumo-Pontífice, título este que o próprio Pedro não almejou para si, mas que é conferido únicamente a Cristo (I Pe 5.4).

6º) Os cardeais e todo o clero se dirigem ao papa tratando-o de “Mui Santo Padre” . Jesus orando ao Pai Eterno tratou-o na mesma expressão: “Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me destes…” (Jo 17.11b). Só Deus é digno de tal tratamento (Mt 23.9).

7º) Enquanto o papa manda e desmanda como celebridade político-religiosa, Pedro trabalhava levando a boa semente e estava sujeito as ordens em Jerusalém como autêntico servo de Deus (At 8.14 e I Cor 9.5). Outrossim, Pedro foi um homem repreensível (Gl 2.11-14).

8º) É admirável que Pedro sendo o “Príncipe dos Apóstolos” como ensina a igreja romana, tenha sido Tiago e não ele o pastor da comunidade cristã em Jerusalém (At 15). Quanto a ordem das “colunas da Igreja” conforme escreveu Paulo em Gálatas 2.9 haveria que ser “Cefas, Tiago e João” e não “Tiago, Cefas (que é Pedro) e João”.

9º) O apóstolo Paulo não se considera inferior a Pedro ou a nenhum dos apóstolos, pelo contrário “trabalhei muito mais do que todos eles” disse Paulo (II Cor 11.5 e 15.10b).

10º) Quanto a Pedro Ter sido o fundador e o primeiro bispo da igreja em Roma, não há provas bíblicas nem históricas sobre isso. Na última carta escrita por Paulo, de Roma, dirigida a Timóteo, lemos o seguinte: “em minha primeira defesa ninguém esteve comigo, antes todos me abandonaram” (II Tm 4.16). Se Pedro estivesse em Roma seguramente não abandonaria o grande apóstolo. Na mesma epístola (v. 11) escrita uns dias antes de sua morte, Paulo diz: “só Lucas está comigo”. Estas palavras admitem uma só explicação: Pedro não estava ali. Além disso, até a Segunda metade do século II nenhum documento afirma expressamente a estada e martírio de Pedro em Roma.

COMO SURGIU O PAPADO?

(RESUMO HISTÓRICO)

Durante os primeiros três séculos da era cristã, a perseguição à Igreja verdadeira ajudou a manter a sua pureza, preservando-a de líderes maus e ambiciosos. Ser cristão naquela época significava um grande desafio e aqueles que fielmente seguiam a Cristo sabiam que tinham suas cabeças a prêmio, pois eram rejeitados e perseguidos pelos poderosos. Só os realmente salvos se dispunham a pagar este preço. A Igreja então, vivia “escondida nas covas e cavernas da terra” (Hb 11.38).

Quando Constantino ascendeu ao posto de imperador romano, isso pareceu ser o triunfo final do cristianismo, mas na realidade produziu resultados desastrosos dentro da Igreja. Em 312 dC, Constantino, agindo de forma diferente de seus antecessores, apoiou o cristianismo, proibiu a luta de gladiadores, e deu aos cristãos liberdade religiosa. Teodósio, seu sucessor, foi mais longe, oficializando o cristianismo como religião oficial de todo o império romano, ordenando por decreto que todos se tornassem cristãos. A decadência doutrinária, moral e espiritual da Igreja começou, quando milhares de pessoas foram batizadas e recebidas como membros sem terem experimentando real conversão. Pagãos como eram, introduziram-se no seio da Igreja trazendo consigo os seus deuses. Templos foram erguidos em toda parte. A Igreja saía das catacumbas e começava a viver um novo e terrível pesadelo.

Nesse tempo, homens ambiciosos e sem o temor de Deus, começaram a buscar cargos na Igreja como meio de obter influência social e política, ou para gozar dos privilégios e do sustento que o Estado Imperial conferia ao clero. Desta maneira o formalismo religioso e as crenças pagãs iam-se infiltrando cada vez mais na Igreja, até o nível de sua paganização.

Pedro era financeiramente pobre (At 3.6) bem diferente da riqueza e do luxo do Vaticano. Pedro não tinha prata nem ouro, mas tinha o poder de Deus em sua vida, era cheio do Espírito Santo. O papa tem riquezas e é cercado pela sua corte, vive como um rei, mas não pode dizer ao coxo: “Levanta-te e anda”. Desde o ano 200 aC até o ano 376 da nossa era, os imperadores romanos haviam ocupado o posto e o título de Sumo-Pontífice da Ordem Babilônica. Dâmaso o bispo da igreja cristã em Roma foi nomeado para esse cargo no

ano 378. Uniram-se assim numa só pessoa todas as funções de um sumo sacerdote apóstata com os poderes de

um bispo cristão. Devido Roma ser a capital do império dominante, o poder eclesiástico passou a centralizar-se na pessoa do seu bispo que passou a ser chamado: Bispo dos bispos. Com o passar do tempo o bispo de Roma foi sendo revestido de autoridade destacando-se sobre os demais. O poder e a hegemonia eclesiástica do bispo de Roma apareceram em um desenvolvimento gradual, o papado foi tarefa de séculos e tropeçou com muitas vicissitudes, mas finalmente conseguiu consolidar-se de maneira suprema e absoluta, especialmente nos séculos da idade média.

Ao todo foram 263 papas, muitos deles políticos, corruptos e ambiciosos. Na atualidade o papa não exerce o poder que os papas exerceram em séculos passados quando viviam como reis e eram donos de grandes exércitos. Toda a situação política, social e religiosa é muito diferente da do passado. No entanto, a doutrina do papado continua sendo a mesma, o que nos faz pensar que, se as circunstâncias mudassem radicalmente e a favor do obscurantismo religioso, com certeza o papa voltaria a suas tropelias históricas do passado.

Os papas são obcecados por títulos! Se intitularam por conta própria de Salvatore, Deus in terris, Dei Vicarius Noster, Pontífice Maxímus, Augustos que significa digno de ser adorado, e outros superlativos que os distanciam de Cristo.

 

CONCLUSÃO

O papado é uma instituição de origem humana, alimentada pela ambição de poder, de autoridade e de ouro dos bispos de Roma. A história demonstra isso de modo irrefragável. O guia infalível de que o homem necessita não é o papa e sim a Bíblia. Ela nos foi dada por Deus para mostrar-nos o plano da salvação, as doutrinas essenciais à fé e o consolo e a esperança para as horas de tribulação. Ela foi escrita precisamente para nos revelar a vontade de Deus, para que , crendo em Jesus Cristo, o Filho de Deus, tenhamos vida em seu nome(Jo 20.30,31).

O vigário de Cristo na terra não é o papa e sim o Espírito Santo. Qualquer outro “sucessor” é suspeito. O papa está em Roma, mas o Espírito Santo está em toda a parte.

As igrejas evangélicas não necessitam de nenhum papa. O governo pelo qual se regem recomendado pelo Novo Testamento, é o governo democrático, sob a direção do Espírito Santo e à luz da Bíblia Sagrada. Jesus Cristo, e somente Ele deve ser o Senhor da Igreja.

Concluímos afirmando que a infalibilidade é um atributo privativo de Deus. Só Ele é infalível, e Ele não transmitiu a infalibilidade a nenhum homem. De modo que dizer que determinado indivíduo tem o atributo da infalibilidade não passa de mera pretensão.

 

UMA PALAVRA PARA AS FREIRAS

A igreja católica romana tem induzido consciências sensíveis especialmente do sexo feminino, escravizando-as; são milhares de moças e senhoras enclausuradas em lúgubres conventos devido a fé falsa que receberam . O livro das ex-freiras Nancy e Rosemary sobre “As freiras lésbicas” expõe com clareza a situação de muitos conventos; ninguém sabe que tipo de tratamento aquelas moças recebem! O Vaticano deveria ordenar a recuperação de suas mentes e abrir os portões devolvendo-as a sociedade. (Veja o Estado 12.11.86).

Mulheres valorosas, para viver-se uma vida santa não precisa enclausurar-se num monastério. Conventos e mosteiros não santificam a ninguém. A vida de reclusão em um claustro não é a fórmula bíblica para se alcançar a glória da santidade.

Enoque viveu em dias de extrema depravação, viveu entre pecadores, no entanto a Bíblia diz que Enoque andou com Deus (Gn 5.22). Não

somos santos por causa daqueles que estão ao nosso redor, mas por causa daquele que está em nossas vidas (Rm 8.9-16 ; I Cor 6.19,20).

Mulheres que tem o temor de Deus, consagrem suas vidas a Cristo, e não a Maria. Honrem e glorifiquem o Criador, e não a criatura. Larguem o hábito e sirvam a Deus com liberdade, honrando-0 com a enobrecedora missão de ser mulher e mãe, pois esta é a vontade de Deus para as vossas vidas.

 

O BATISMO Á LUZ DA BÍBLIA

A palavra batismo vem do grego Baptisma e quer dizer “Mergulhar”. É um mergulho no Corpo de Cristo. O texto bíblico que mais nos esclarece a respeito da simbologia do batismo está em Romanos 6.3,4 que diz: “Não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com Ele pelo batismo na morte; para que como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida”

Se de fato amarmos a Jesus, com grande alegria desceremos as águas batismais, pois fazendo assim, estaremos demonstrando pública e claramente a nossa fé nEle e o nosso desejo de seguí-lo para sempre.

Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com Ele crucificado e que agora estamos mortos para o pecado, mas vivos para com Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.”(Rm 6.11).

 

SIMBOLOGIA DO BATISMO

O ato de entrarmos nas águas representa a sua morte, quando estamos submersos o seu sepultamento (que foi rápido, pois as cadeias da morte não puderam conter o Príncipe da Vida), mas quando somos levantados das águas, representando sua ressurreição, nascemos para uma nova vida de obediência e serviço a Deus.

O Batismo é , portanto, um ato simbólico da transformação que já ocorreu em nosso interior, ou seja, o Novo Nascimento ensinado por Jesus em João 3.1-8, e é realizado pelos crentes por se constituir uma ordenança de nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19) que deseja que pelo batismo nós nos identifiquemos com Ele.

O batismo infantil realizado pela igreja católica anula o mandamento divino de que seja o batismo um selo de fé, de arrependimento, e de experiência pessoal.

“Quem crer e for batizado será salvo…” (Mc 16.16)

 

PORQUE NÃO BATIZAMOS CRIANÇAS?
Se analisar-mos a Bíblia veremos que Jesus não foi batizado por seus pais logo quando nascido, mas somente apresentado no templo para ser consagrado ao Senhor (Lc 2.22,23). Jesus batizou-se aos quase trinta anos, quando Ele próprio foi Ter com João Batista, junto ao rio Jordão (Mt 3.13).

 

QUEM DEVE SE BATIZAR?
Todos aqueles que já fizeram uma decisão consciente ao lado de Jesus , podem e devem se batizar. Duas condições porém são necessárias: ARREPENDIMENTO e FÉ (Mc1.15). Além de crer e se arrepender , é necessário confessar a Cristo como Salvador (Mt 10.32 ; Rm 10.9). Uma criança é óbvio, não possui maturidade para crer, não tem condições de arrependimento, muito menos de fazer uma confissão de fé ( visto que ainda não sabe falar ), portanto não devem ser batizadas. O fato do carcereiro de Filipos Ter sido batizado com toda a sua casa, não prova o contrário, uma vez que a Bíblia não registra se havia crianças ali.

A Bíblia diz: “Instrui ao menino no caminho em que ele deve andar…” (Pv 22.6). Cabe a nós, pais, instruí-los “na doutrina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4b) e orar contínuamente por eles, pedindo a Deus que também possam salvar-se. Mais tarde certamente farão uma decisão ao lado do Senhor.

Um exemplo bíblico é o de Timóteo, que possuía uma fé viva herdada de sua avó Lóide e de sua mãe Eunice que o ensinaram desde a sua meninice a conhecer as sagradas letras que o fizeram sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus (II Tm 3.15).

O batismo infantil realizado pela igreja católica anula o mandamento divino de que seja o batismo um selo de fé, de arrependimento, e de experiência pessoal.

Jesus jamais batizou uma criança. Somente “abraçando os meninos, os abençoava, impondo-lhes as mãos” (Mc 10.16). Tampouco tal costume foi começado por João Batista ou por algum dos apóstolos. Se os filhos de pais crentes morrerem pequenos não morrerão “pagãos”, como dizem os católicos “porque dos tais é o reino de Deus” (Mc 10.14).

 

O BATISMO DEVE SER POR ASPERSÃO, EFUSÃO OU POR IMERSÃO?

Se o rito batismal devesse ser por aspersão, a palavra grega usada nas passagens bíblicas seria “Rhantixo” que significa “aspergir”. Se fosse também por efusão, a palavrinha grega seria “Okxeo” que quer dizer “derramar, entornar, efundir”. Mas o Espírito Santo, usando da língua grega, o veículo de expressão mais perfeito que jamais existiu entre os homens, escolheu as palavras “Baptizo” e “Baptisma” e sua original “Bapto” que é igual a mergulhar, imergir, submergir; pois era a que mais perfeitamente descrevia tão glorioso rito. Nunca a aspersão ou a efusão poderiam tão bem simbolizar esta grande transformação espiritual, a de passar da morte para a vida.

 

ORIGEM DA ASPERSÃO E DA EFUSÃO

Como podemos demonstrar por documentos da igreja primitiva, o costume universal, no princípio, era o de batizar os crentes por imersão, sendo o corpo inteiro submerso em água. Mais tarde começaram a fazer algumas excessões, para pessoas doentes, com o fim de facilitar, batizando-as por efusão. Chamavam então a isso de “batismo Klinikoi”(batismo na cama). Mas nem no século II achou este batismo plena aceitação, pois encontrou sempre contestação. Mesmo no século IX foi considerado como excepcional. Só no século XIII, com a mais extensa prática do batismo infantil, foi que o batismo por efusão ou aspersão , encontrou bom ambiente para uma aceitação mais ou menos geral. O mais forte argumento a favor da efusão foi o de ser “mais conveniente”. A Igreja havia apostatado a tal ponto que a conveniência importava mais do que o mandamento do Senhor Jesus! A igreja romana passou a adotar então oficialmente a efusão, até os dias de hoje.

 

CONCLUSÃO

Melancolicamente a igreja romana batiza crianças, o que não é bíblico, e tenta justificar o fato da criança não Ter feito sua própria decisão na Crisma, que é a confirmação do batismo. Ora, os fins não justificam os meios; não adianta tapar o sol com a peneira. Batismo é para novos crentes, que já renunciaram as concupiscências do mundo , recebendo Cristo como Salvador. Nem a crisma, nem a 1a comunhão, justificam o ato errôneo de se batizar crianças. Muitos pais sabem disso, mas para não contrariar alguns familiares escolhem por desobedecer a Deus, transgredindo o Seu mandamento por causa da sua tradição, o que é lamentável.

Concluo afirmando que o batismo infantil não tem valor algum diante de Deus, e que o mais correto a fazer é seguir o exemplo que Ele próprio nos deixou.

OS SANTOS

QUEM SÃO? ONDE ESTÃO? PODEM SER ADORADOS?

A palavra “santo” significa “estar separado”. Exemplo é o de Paulo que foi “…separado para o evangelho de Deus” (Rm 1.1). Este apóstolo escrevendo aos crentes de Corínto (I Cor 1.2),disse: “A igreja que está em Corínto aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos…”. Portanto santos, são aqueles que já foram separados do mundo de pecado e chamados para pertencerem a Jesus Cristo (Rm 1.6).

Todo aquele que já foi lavado, remido e comprado pelo precioso sangue do Cordeiro (I Pe 1.18,19), tornando-se de fato um discípulo e testemunha de Jesus, é bíblicamente considerado santo, pois em nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus, foi santificado (I Cor 6.11). Já passou da morte para a vida (Jo 5.24) tornando-se um filho de Deus (Jo 1.12). Agora faz parte da comunidade dos santos e da família de Deus (Ef 2.19).

Santos não são imagens, santinhos de papel ou ídolos postos em paredes ou altares para veneração do povo. Santos somos nós, os salvos em Jesus, que servimos a Deus em espírito e em verdade.

Há 57 casos no NT, em que os crentes como uma classe, são chamados de “santos”, ex: Rm 1.7 e Col 1.2). Mas não há um único caso de o termo ser aplicado a um indivíduo para distingui-lo dos demais. Observamos nisto a simplicidade da igreja primitiva. Antes dos primeiros três séculos da Era Cristã, nenhum prefixo de “Santo” havia sido dado exclusivamente a qualquer dos servos de Deus, o termo era aplicado, como no NT , sem distinção, a todos que eram santificados por uma fé viva e verdadeira em Cristo Jesus. Só Ele , o Senhor é Santo, com S maiúsculo, e merece honra e glória, conforme disse Pedro em Atos 3.14. Porém a igreja romana não pensa assim, e tem exaltado homens e mulheres a posições de santos, sujeitos a veneração do povo. Em cada esquina um padroeiro. Auréolas de glória são postas em suas cabeças(prática pagã iniciada no século V) e o povo que não conhece Bíblia se dobra, reverenciando as imagens dos seus santos, em vez de adorar o Deus vivo e verdadeiro.

Alega também a igreja romana que todo o sacerdócio, todo o poder de santificar, promana do “santo padre”(CD2) que beatifica e torna santo a quem julgar quem mereça ser canonizado. Essa pretensão do Vaticano é a maior fraude e cheira a hipocrisia. Como a maioria dos católicos não leva a sério os dogmas da igreja, fazem chacota de tudo! Apresentam Pedro com duas grandes chaves, é o porteiro do Céu, e controla as chuvas…Santo Antônio é o santo casamenteiro, enquanto Santo Onofre é reverenciado pelos alcoólatras e assim por diante…

Todas essas baboseiras romanistas rebaixam o Cristianismo. Todo cristão autêntico é um santo, não precisa passar pelas mãos do papa para ser santificado e sim pelas mãos santas de Deus. Experiência de conversão e entrega total a Deus é que torna um homem santo.

Amigo (a) não se engane, a vontade de Deus para a sua vida é a vossa santificação (I Tes 4.3 a), pois sem a santificação ninguém verá o Senhor (Hb 12.14) portanto

O significado da santificação.

Essencialmente, a santificação significa um ato de Deus separando alguma coisa ou pessoa para um serviço sagrado. No Novo Testamento, a santificação significa a separação do homem do pecado e a dedicação de sua vida ao serviço de Deus, para uso do Senhor. “como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santo em toda a vossa maneira de viver; porquanto escrito está: sede santos, porque eu sou santo.”

(I Pe 1.15,16).

 

MARIA, MÃE DE JESUS

É desagradável que Maria, a mãe de nosso Senhor, tenha chegado a constituir entre católicos romanos e cristãos evangélicos um tema de controvérsia, e, em grande medida, uma linha de divisão. As posições de ambas as confissões religiosas, com respeito a Maria, são completamente distintas. No seio do catolicismo romano, desde muitos séculos atrás, tem havido uma corrente cada vez mais forte para exaltar Maria a uma posição totalmente irreal, sem base bíblica nem histórica.

Não é verdade que nós evangélicos não gostamos de Maria, pelo contrário, temos a Mãe de Jesus em alta estima. Não a consideramos nossa mãe, mas a reconhecemos como nossa irmã em Cristo. Dizemos dela o que representa a verdade, é bom e bonito; não pode ser de outro modo. Maria é merecedora de nosso apreço e amor sinceros, e que todos procuremos modelar nossas vidas conforme o exemplo que deu: Mulher santa, piedosa, humilde, obediente até o sacrifício, conhecedora das Escrituras do Velho Testamento, cheia de fé e bela em seu caráter.

O pedestal sobre o qual descansa a verdadeira grandeza da mãe de Jesus não podemos elevá-lo mais; intentar fazê-lo seria obscurecer a esplendente auréola que ilumina a agraciada pessoa de Maria. Nenhuma luz pode ser mais brilhante para ela do que a que irradia de seu belíssimo caráter, todo humildade, modéstia e obediência; nenhuma glória poderia ser maior que a de haver levado em seu bendito seio a forma humana do Verbo Eterno: Nenhuma dita mais incomparável do que a de haver crido ela mesma em seu Filho Jesus; esta é a verdadeira grandeza de Maria.

Não há dúvidas que a Maria dos Evangelhos é muito diferente da Maria do romanismo. A desfiguraram e a desumanizaram. Ao invés de honrá-la como pretendem a envergonharam até o indizível, ao render-lhe um culto que chega a ser uma crassa idolatria com marcos de superstição. Seus adeptos estão divididos entre si, sendo que cada um crê que a Virgem de sua devoção é mais milagrosa que a dos demais. Suas incontáveis imagens são produto da inspiração do artista ou da concepção fantástica de seus admiradores. Há virgens negras, morenas e brancas, para todos os gostos. Ser mui devoto de Maria entre os romanistas é sinal de ser um bom católico; para nós, isto é antes sinal de afastamento da revelação. A fé católica gira praticamente em torno dela. Dão-lhe títulos sumamente elevados; ordens monásticas inteiras a ela consagram-se; lhe atribuem muitíssimas aparições extraordinária e uma infinidade de milagres. Suas supostas aparições são vistas por videntes que recebem suas mensagens. Para nós isso cheira a espiritismo (ver II Cor 11.14 e 2.11) .

Junto às suas imagens colocam-se candeias, bem como flores, e as levam em procissões públicas, deslocam-se de distantes lugares em sofridas romarias para fazerem votos e pagarem promessas acendendo-lhe velas. QUANTA CEGUEIRA ESPIRITUAL. Sabia?

Que três dogmas que foram definidos como artigos de fé pela igreja romana à respeito da pessoa de Maria não tem fundamento bíblico?

1º) DOGMA DA IMACULADA CONCEIÇÃO: Transcorreram-se dezoito séculos e meio para que a Imaculada Conceição ingressasse oficialmente no credo católico romano. Data: 02 de fevereiro de 1849.

2º) DOGMA DA PERPÉTUA VIRGINDADE DE MARIA “MARIA SEMPER VIRGO”: Definido como artigo de fé pelo 5º Concílio Geral celebrado em Constantinopla durante a atuação do papa Virgílio em 553, e posteriormente em 640, o Concílio Romano, presidido pelo papa Martinho I, definiu Maria como “… Sempre Virgem, que concebeu sem obra de varão e permaneceu intacta mesmo depois do parto”. Segundo esta crença, repetimos, sem fundamento, se segue que Maria viveu uma vida matrimonial fictícia e que se isolou da enobrecedora missão da maternidade tão ponderada e anelada entre as mulheres hebréias.

3º) DOGMA DA ASSUNÇÃO DE MARIA: Foi declarado a 1º de novembro de 1950, pelo papa Pio XII. Esta crença é uma derivação do dogma da perpétua virgindade e da imaculada conceição, e marca um passo a mais na tendência romanista de querer exaltar Maria a objeto de culto religioso.

Vê-se que o que de fato aconteceu com Jesus; o seu nascimento sobrenatural e sua ascensão gloriosa aos Céus (At 1.9-11) foi revertido, ou melhor dizendo “torcido” a favor de Maria SÓ ESTÁ FALTANDO A IGREJA DE ROMA DECLARAR UM NOVO DOGMA AFIRMANDO QUE MARIA MORREU NA CRUZ E RESSUSCITOU AO 3º DIA.

Este zelo cego e doentio dos católicos com relação a Maria é tão evidente que dispensa comentários.

Os Evangelhos nos apresentam uma Maria humana, santa e humilde por esforço próprio, o que reclama admiração e respeito, e não uma Maria divinizada e artificialmente sem pecado. Maria foi uma mulher normal , dona de casa, teve filhos e constituiu família como qualquer mulher na face da terra que se une a um homem em laços de matrimônio. Foi salva por Jesus pela sua fé nEle, que a redimiu, igual a todos, da condenação eterna.

Quando afirmamos que Maria teve filhos, isso causa expectação nos católicos. Em Mateus 1.25, a Bíblia diz que José não a conheceu até que desse à luz a seu filho primogênito, ou seja, a seu primeiro filho. Se Jesus tivesse sido o único filho de Maria, Ele não seria o primogênito, e sim o unigênito como vem descrito em João 3.16, à respeito de sua filiação celestial. E o termo “conhecer” usado nesta passagem é o mesmo usado em

“N.Sra. Aparecida” padroeira do Brasil

“Feliz a nação cujo Deus é o Senhor”

(Sl 33.12) e não uma SENHORA !!!

Gênesis 4.1,25 com Adão e Eva, e tem o sentido de Ter relações sexuais.

Na verdade, Jesus teve irmãos , e isso não é escândalo nenhum. Só o adjunto adverbial de tempo “até” já diz tudo. Mas o povo faz confusão pensando que os irmãos de Jesus são os seus discípulos.

O certo é que sempre houve diferença entre os irmãos do Senhor e os apóstolos e discípulos.

Ex: Observe o texto de João 2.12: ” Depois disso desceu à Cafarnaum, ele, sua mãe, seus irmãos e seus discípulos…”

Em Mateus 12.46-50 se nota também esta diferença: sua mãe e seus irmãos estão do lado de fora e o chamam, enquanto seus discípulos são os que o rodeiam.

Ainda se vê mais clara a diferença em Atos 1.13,14, quando em seguida à lista dos apóstolos, Lucas diz: ” Todos estes perseveravam unânimemente em oração com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.”

Não precisa ser mais convincente do que isso, mas a dificuldade maior com que tropeçam os católicos ao quererem provar o contrário está na afirmação de João 7.5: ” pois nem seus irmãos criam nele” Como podiam ser três deles seus apóstolos?

Recorrendo ao original grego é bom deixar bem claro que nas 15 referências aos irmãos de Jesus contidas no NT, o termo que sempre se usa é “Adelphos” para irmão, e nem uma só vez “Anepsios” no sentido de primo, nem “Sungenes”, parentes.

 

MARIA, MÃE DE DEUS?

Por ser Maria a mãe de Jesus, isso não quer dizer que ela é a mãe de Deus. Pense um pouco, será que Deus tem mãe? Até onde se sabe, Deus tem somente filhos. Ora, mas se Jesus é Deus(como de fato é), e Maria é a mãe de Jesus, subentendesse logo que ela é a mãe de Deus. Isso é um raciocínio lógico, e todos os católicos pensam assim. È bom usar da razão nesta hora para se saber que Jesus é filho de Maria, como homem, mas como Deus ela é que é filha dEle. Isso porque Jesus possui duas naturezas: a humana e a divina.

Em Isaías 9.6 isso fica bem claro, quando o profeta diz: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu… “. Como homem Jesus nasceu em Belém, na Judéia (Lc 2.1-7) mas o Filho não nasceu, visto que é Eterno e Pai da eternidade, mas foi dado ” Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16).

Claro está que quando se fala que Maria é a mãe de Jesus está se referindo, à sua natureza humana.

Maria é chamada pelos católicos de “Nossa Senhora”, “Rainha da Paz”, “Rainha dos Céus”, “Mediadora”, “Intercessora” e “Advogada dos pecadores”. Inúmeros títulos lhe são dispensados,mas na verdade não lhe pertencem. Nós, cristãos evangélicos, não temos nenhuma senhora, por mais que os católicos queiram insistir com Maria ” Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele.” (I Cor 8.6).

A promessa que Deus nos fez é a Vida Eterna (I Jo 2.25) “E a vida eterna é esta: Que te conheçam a ti só por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviastes.!” (I Jo 17.3). Como se vê Maria não está relacionada, porque não pode salvar. Somente Jesus tem poder para perdoar, salvar o homem e conduzí-lo à vida eterna. Mas será que Maria pode interceder? Ensina-se que sim, na igreja católica romana, por isso a chamam de Advogada nossa. Mas o testemunho e ensino da Palavra de Deus é bem diferente. Em I Jo 2.1 está escrito: ” Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis: e se Alguém pecar, temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.” Em I Timóteo 2.5, o apóstolo Paulo nos declara, pelo Espírito Santo, que há um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem “o qual está a direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34b).

Ao atribuir-lhem o título de Rainha da Paz chocam-se novamente com a Bíblia que diz que “Jesus é a nossa paz” (Ef 2.14 a). Conforme Miquéias Jesus seria a nossa paz (Mq 5.5) e não Maria. Só Jesus pode dar paz permanente e duradoura pois é o Príncipe da Paz.

Quanto a ser coroada como Rainha dos Céus, faço minhas as palavras do profeta Jeremias, registradas no seu livro, capítulo 45 versos 16 ao 23. O que se deu no passado, no tempo de Jeremias, sucedeu-se com Paulo em Éfeso (Atos 19) com relação a “grande deusa Diana dos Efésios” , e agora é uma realidade em nossos dias no que diz respeito à Maria.

Todo ser humano tem um pai na terra e outro no céu. É óbvio que também tenha uma mãe. Só que esta mãe não é Maria, como pensam os católicos. Jesus nos apresentou um Pai, a igreja romana nos elegeu uma mãe, mas nós devemos ficar com a Bíblia. A Palavra de Deus, que é a verdade, segundo Jesus Cristo (Jo 17.17) nos afirma que a Jerusalém celestial é livre, senda ela mesma a mãe de todos nós (Gálatas 4.26), inclusive dos católicos. Esta pátria celestial nos acolherá como uma mãe acolhe no colo o seu filho( Isa 66.13), nela habitaremos para sempre ao lado do nosso Cristo e da nossa querida irmã Maria.

Se você realmente a ama, pare de adorá-la. Volte-se imediatamente para Deus adorando ao seu Filho Jesus. Ele deve ser o único Senhor da sua vida. Se Jesus for tudo para você, como Ele é tudo para mim (Cl 3.11b), estaremos um dia lá na Glória, juntos com Maria e todos os salvos, a louvar e bendizer o nome santo do Senhor. Caso contrário, você nunca a verá.

Ensina-se também na igreja católica a consagração de seus fiéis a Maria, através da reza do terço ou rosário; que deve ser rezado todos os dias em “devoção a Nossa Senhora”, e em caso de novenas, várias e repetidas vezes, sempre a mesma ladainha.

A reza da AVE MARIA foi escrita e difundida pelo papa João XXII e data do ano de 1317 dC . Interessante é que a palavra AVE era saudação dos romanos ao seu imperador; o anjo saudou Maria dizendo: SALVE! (Lc 1.28). 

(Elaborado por autor desconhecido via internet)

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